Política de vistos restritiva nos EUA gera impacto no turismo da Copa e abala setor hoteleiro
Medidas de imigração de Trump são apontadas como fator de retração na procura por viagens durante o Mundial
A política de vistos dos Estados Unidos sob a administração do presidente Donald Trump, caracterizada por critérios mais rígidos e restrições para cidadãos de diversos países, tem gerado preocupações no contexto da Copa do Mundo de 2026 e afetado o setor de turismo no país. Autoridades e especialistas em imigração afirmam que algumas dessas medidas estão desencorajando turistas e impactando a ocupação hoteleira nas cidades‑sede do torneio.
Relatos de veículos internacionais apontam que políticas restritivas e reforço nas fiscalizações de entrada, incluindo negação de vistos a torcedores, árbitros e profissionais do futebol, estão contribuindo para uma percepção de dificuldade de acesso aos EUA, apesar de ações específicas para assegurar que atletas e membros essenciais das delegações possam entrar para competir.
Especialistas apontam que essa conjuntura tende a reduzir o fluxo de visitantes estrangeiros no país, um dos fatores que tem pesado sobre o desempenho do setor hoteleiro nas semanas que antecedem o início do torneio. Proprietários de hotéis e consultores de turismo observam que a demanda por estadias está abaixo do esperado nesta época, em contraste com edições anteriores do evento esportivo mundial.
O impacto internacional dessas políticas também levantou críticas de grupos de direitos humanos, que afirmam que o ambiente criado pelas restrições contribui para um clima de incerteza e medo entre torcedores e profissionais que pretendem acompanhar os jogos nos Estados Unidos.
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