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Lulinha teve Réveillon com quase R$ 18 mil em bebidas pagas por empresa de Roberta

Lulinha teve Réveillon com quase R$ 18 mil em bebidas pagas por empresa de Roberta

Pedido incluiu cinco garrafas de Macallan, 12 champanhes e outros vinhos e bebidas para a virada em Brasília

Uma encomenda de R$ 17.925 em bebidas foi feita para o Réveillon de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e Roberta Luchsinger, na virada de 2024 para 2025, em Brasília. O pedido foi feito por Roberta e pago pela empresa dela, a RL Consultoria.

Áudios de WhatsApp obtidos pelo Metrópoles mostram Roberta conversando com um fornecedor de bebidas de luxo em 19 de dezembro de 2024. Na gravação, ela cita o Macallan como preferência de Lulinha ao definir os itens que seriam comprados para a comemoração.

O pedido incluía uma garrafa de Macallan 15 anos, duas unidades do Macallan 12 anos Sherry Oak e outras duas do Macallan Double Cask 12 anos. Também foram encomendadas 12 garrafas de champanhe Taittinger Brut Réserve, além de vinhos e outras bebidas.

De acordo com as informações divulgadas, o valor total da compra chegou a R$ 17.925. O pagamento foi realizado por meio de Pix pela RL Consultoria, empresa de Roberta, diretamente ao fornecedor.

Durante a conversa, Roberta explicou que ela e Lulinha decidiram permanecer em Brasília durante o Ano-Novo porque Lula também estaria na capital federal. A mensagem, porém, não confirma que o presidente tenha participado da comemoração realizada na mansão onde ocorreu o Réveillon.

O episódio ganhou destaque em meio às investigações que envolvem Lulinha e Roberta Luchsinger. Atualmente, Fábio Luís Lula da Silva é citado em três inquéritos no Supremo Tribunal Federal, incluindo apurações sobre suspeitas de tráfico de influência.

A bebida escolhida para a comemoração também aparece em episódios relacionados ao caso Banco Master. Em abril de 2024, o ex-banqueiro Daniel Vorcaro custeou uma degustação de Macallan em Londres que contou com a presença de autoridades, entre elas os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.

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